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 Não deve ser novidade para ninguém de que o Papa João Paulo II se encontra gravemente doente, possivelmente à beira do final da sua vida.
Devemos recordar a sua luta pela paz, pelas crianças, pelo respeito dos direitos humanos. Nisto tudo, recordemos ainda a luta pela religião católica. Mas, será que com a sua morte não estará a Igreja condenada a um fim?
A razão da minha pergunta encontra-se no terceiro segredo de Fátima. Segundo este, o Papa João Paulo II iria falecer pouco tempo depois da morte da Irmã Lúcia.
Revelou ainda o segredo que com a morte do Papa a Igreja Católica iria entrar em decadência, sendo necessária uma reestruturação profunda para poder continuar.
A Irmã Lúcia, a última vidente de Fátima, morreu. O Papa está gravemente debilitado. Questiona-se agora qual será o seu sucessor.
Mas eu pergunto: Será este o início do fim da Igreja?
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O seu programa é o combate do pessimismo dos portugueses... Mas não disse como, não adiantou medidas ou políticas a tomar!! Será que que vai dar a todos e cada um dos portugueses uma embalagem de Prozac por mês? Será que os portugueses já não foram anestesiados o suficiente? Ou será que vamos ter com este novo Governo «A Quinta das Celebridades II»?
Ou vamos acreditar que estes vão ser diferentes de todos os outros?
Não sei... estou pessimista... Venha lá o Prozac...
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Eu sei que esta notícia já começa a saturar, afinal durante uma semana todos os noticiários dedicaram em exclusivo a sua emissão à tragédia que assolou o Sudoeste Asiático. Mas eu não poderia deixar passar isto... desculpem mas tenho de partilhar.
A questão é que a SIC Notícias , passou no outro dia uma reportagem, na qual vários portugueses que tinham viagem marcada para a Ásia (depois do Tsunami) eram entrevistados. Nada de especial... Não foi esta a causa do meu espanto...
No entanto, a dada altura, a jornalista aborda uma senhora e pergunta-lhe se não lamentava o que tinha sucedido. Eu passo a citar a resposta tal e qual como ela foi dita à jornalista pela tal senhora: «Sim, claro, agora já não vou ter todas as condições de férias que iria ter se por acaso não tivesse acontecido nada disto. Por outro lado, estou contente, porque vejo as coisas mais ao natural, como elas são».
É verdade que todos temos direito à opinião. Ora, a Constituição da República concede-nos também um outro direito: o direito à indignação. E eu, colocando-me na pele dos milhões de pessoas que ficaram desalojadas, nos outros que perderam familiares e amigos, senti-me indignada, perplexa com tal resposta.
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Quero desejar a todos um Bom Natal e entradas em 2005 felizes... que o novo ano traga mais paz e solidariedade a todos... E nao se esqueçam... quando estiverem ocupados nas vossas compras de Natal, adquiram um brinquedo, ou outra qualquer lembrança, e deem-no a uma qualquer instituiçao de solidariedade, ou entao a uma criança vossa vizinha que, pelas contrariedades da vida, podera ter um Natal mais pobre este ano. Feliz Natal! ho ho ho ho
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A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi elaborada, há 56 anos atrás, pela ONU, como tentativa de resposta às atrocidades cometidas durante a II Grande Guerra.
No entanto, actualmente ainda há quem seja torturado, preso, condenado à morte e obrigado ao exílio por ter ideias diferentes. Neste sentido, todos os anos, assinala-se a constituição dos Direitos Humanos, para que estes sejam sempre lembrados.
Mas não chega! Cada um de nós tem de agir... por exemplo, por respeitar a liberdade dos que nos estão próximos... este é só um grão de areia mas... a praia é feita de muitos grãozinhos assim.
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